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Software para quem responde pelo que assina.

A Legalis existe porque o volume do trabalho jurídico cresceu mais do que qualquer equipe consegue conferir à mão, e a responsabilidade de quem assina continua a mesma. A gente cuida do volume para sobrar tempo ao que só uma pessoa faz.

Tem informação demais para conferir, e o erro custa caro

O escritório não pode depender de quem lembra do prazo. A defesa de uma carteira de massa não pode depender de alguém notar que o mesmo comprovante apareceu em dois processos.

A IA é muito boa em ler e redigir em volume, mas não responde pelo resultado. Foi em torno disso que a gente construiu os dois produtos. A tecnologia faz o trabalho e mostra de onde tirou cada coisa, e a pessoa decide.

Como chegamos aqui

  1. Julho de 2025

    A Legalis nasce como um assistente jurídico para pequenas empresas: tirar dúvidas, gerar documentos e revisar contratos sem depender de um departamento jurídico.

  2. A virada

    O foco passa para quem trabalha com o direito todos os dias. Escritórios, departamentos jurídicos e equipes que defendem grandes carteiras de processos têm o maior volume e a maior responsabilidade pelo que assinam.

  3. Hoje

    Dois produtos com a mesma regra: o Legalis ERP e o Legalis Shield. A Legalis participa de editais e chamamentos públicos de inovação.

Seis artigos que orientam o que construímos

  1. Art. 1º A decisão é de uma pessoa.

    A IA prepara o trabalho e ordena a fila. Decidir cabe a quem responde pelo caso, e essa regra está escrita no próprio sistema.

  2. Art. 2º Toda conclusão mostra de onde veio.

    Cada sugestão aponta o documento, o trecho ou a consulta que a gerou, para você conferir no original.

  3. Art. 3º Documento não dá ordem à IA.

    O que está escrito numa petição, num contrato ou num e-mail nunca comanda a IA, mesmo quando alguém tenta esconder instruções ali dentro.

  4. Art. 4º Preferimos acertar a apontar muito.

    Um alerta falso toma hora de trabalho e ensina a equipe a ignorar os alertas. Por isso gastamos boa parte do esforço em não apontar o que não dá para sustentar.

  5. Art. 5º Sigilo é requisito de projeto.

    Processos e contratos carregam dados pessoais e estratégia. Os dados de cada cliente ficam separados, e cada pessoa vê só o que o perfil dela permite.

  6. Art. 6º Dizemos o que não fazemos.

    Não publicamos número que não medimos nem selo que não temos. Quando existe um limite, ele aparece no texto.

Quem faz a Legalis

João Pedro Ribeiro Novais

CEO e cofundador

Responde pela arquitetura e pelo desenvolvimento dos produtos.

LinkedIn

Dan Lopes Carvalho

Sócio-administrador

Conduz a área comercial e a relação com o setor público.

Gianna Teive Carvalho

Sócia

Lidera o Legalis ERP e cuida da precificação e da pesquisa de integrações.

Vinícius Ramalho de Almeida

Sócio e engenheiro de software

Atua no desenvolvimento, na revisão de código e nas integrações.

Caio Nogueira Gonçalves

Sócio

Cuida da infraestrutura em nuvem e dos ambientes de produção.

Yuri Cesar Silva

Sócio

Coordena as propostas de fomento e financiamento e apoia o comercial.

Dados da empresa

Razão social
Legalis Desenvolvimento e Licenciamento de Programas de Computador Ltda.
CNPJ
61.776.887/0001-07
Fundação
Julho de 2025
Sede
Rua Coronel José Eusébio, 95, casa 13, Higienópolis, São Paulo, SP, CEP 01239-030

Perguntas frequentes

O que a Legalis faz?

A gente faz inteligência artificial para o trabalho jurídico, em dois produtos: o Legalis ERP, para a gestão do dia a dia, e o Legalis Shield, para verificar documentos e detectar litigância abusiva no contencioso de massa.

Qual a diferença entre o Legalis ERP e o Legalis Shield?

O ERP organiza e automatiza a rotina: prazos, processos, tarefas, minutas e faturamento. O Shield analisa os processos que chegam em massa e aponta indícios de fraude, com o trecho marcado no documento. Os dois podem ser usados juntos ou separados.

A IA da Legalis decide alguma coisa sozinha?

Por padrão, não. Ela prepara o trabalho e ordena a fila. No ERP, a assistente Lex espera a confirmação, e o escritório escolhe o que pode andar sozinho, como criar uma tarefa ou lançar horas. Protocolar e assinar continuam com uma pessoa. No Shield, cada alerta é um indício com evidência, e quem confirma ou descarta é o analista.

A Legalis substitui o advogado?

Não. Os produtos foram feitos para quem responde pelo caso, e a decisão continua com essa pessoa.

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